CELEBRANDO HISTÓRIAS DE AMOR DE FORMA ÚNICA E INESQUECÍVEL.
Meu caminho foi feito por buscas, desvios, tentativas e descobertas.
Como professor e mestre em filosofia (FAJE/MG) e em teologia (PUC/SP), procurei pelo saber. Como um viajante nato, percorri culturas e paisagens que carrego na bagagem.
Até que entendi: uma jornada autêntica não se encontra, se constrói.
Hoje sou doutorando em Psicologia (UFMG), psicanalista clínico com formação pelo CPMG, palestrante e celebrante social.
Acompanho pessoas, casais e organizações com presença, com palavra, com escuta, na criação de caminhos singulares, sob medida.
Não ofereço atalhos, nem receitas de sucesso, mas inspiro a descoberta de um saber-fazer, ético e responsável, diante dos desafios e das situações cotidianas.
Se você também não se reconhece nos roteiros prontos, esse manifesto pode ser o seu começo.
Vamos juntos?
Desde 2012, tenho a alegria de celebrar histórias de amor e de vida em momentos que se tornam verdadeiramente únicos e inesquecíveis. Mais do que conduzir cerimônias, meu propósito é criar encontros repletos de significado, autenticidade e emoção, pensados sob medida para cada casal ou ocasião especial.
Como celebrante social, coloco a palavra, a escuta e a presença a serviço do que realmente importa: os afetos que dão sentido à vida. Valorizo laços e não romantizo as relações.
Para mim, cada parceria amorosa é também construção diária.
Por isso cada celebração é única, assim como cada história de amor também o é.
Mais do que um ritual, trata-se de eternizar memórias especiais no coração de todos os presentes.
LIVROS
– Psicanálise e biopolítica. De que corpo se trata?
– Educação científica é metamorfose (Livro 3).
DISSERTAÇÕES
– Sensibilidade e Infinito: Levinas e a filosofia de um outro modo que ser.
– A ética da alteridade em Emmanuel Levinas: uma contribuição atual ao discurso damoral cristã.
ARTIGOS
– A conquista do Zuidersse e a insistência do gozo.
– A escolha de um sedutor: Lacan e o feminino em Kierkegaard.
– A tela como espelho: (im)possibilidades entre bolhas e interfaces.
– Trauma psíquico: melhor lembrar ou esquecer?
– Ética teológica e judaísmo: convocação à responsabilidade.
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